quarta-feira, 18 de março de 2015

Memória Cache

Memória Cache




      Um dispositivo de acesso rápido serve de intermediário entre um operador de um processo e o dispositivo de armazenamento ao qual esse operador cede. é um bloco de memória para o armazenamento temporário de dados que possuem uma grande probabilidade de serem utilizados novamente.
      A vantagem consiste em evitar o acesso ao dispositivo de armazenamento, armazenando os dados em meios de acesso mais rápidos.


Tipos de memória cache
    
    Os tipos de memória cache mais conhecidos são: mapeamento direto, totalmente associativo e associativo por conjunto (N-way). Mapeamento direto : cada bloco da memória principal é mapeado para uma linha do cache. Mapeamento associativo: um bloco da memória principal pode ser carregado para qualquer linha do cache. Mapeamento associativo por conjunto: meio termo direto e o associativo.
     Ausência de conteúdo no cache
Quando o processador necessita de um dado, e este não está presente no cache, ele terá de realizar a busca diretamente na memória RAM, utilizando wait states e reduzindo o desempenho do computador. Como provavelmente será requisitado novamente (localidade temporal) o dado que foi buscado na RAM é copiado no cache.

Cache em níveis

     O cache foi dividido em níveis, já que a demanda de velocidade a memória é tão grande que são necessários caches grandes com velocidades altíssimas de transferência e baixas latências. Sendo muito difícil e caro construir memórias caches com essas características, elas são construídas em níveis que se diferem na relação tamanho X desempenho.
    Como aumento crescente da velocidade da CPU e visando minimizar um grande impacto no custo da Memória Cache os fabricantes vêm estabelecendo diferentes níveis de memória cache.



Cache L1
    
     Uma pequena porção de memória estática presente dentro do processador. Em alguns tipos de processador, como o Pentium 2, o L1 é dividido em dois níveis: dados e instruções (que "dizem" o que fazer com os dados).O primeiro processador da Intel a ter o cache L1 foi o i486 com 8KB. Geralmente tem entre 16KB e 128KB; hoje já encontramos processadores com até 16MB de cache.

Cache L2

    Possuindo o Cache L1 um tamanho reduzido e não apresentando uma solução ideal, foi desenvolvido o cache L2, que contém muito mais memória que o cache L1. Ela é mais um caminho para que a informação requisitada não tenha que ser procurada na lenta memória principal.

Cache L3

    Terceiro nível de cache de memória. Inicialmente utilizado pelo AMD K6-III (por apresentar o cache L2 integrado ao seu núcleo) utilizava o cache externo presente na placa-mãe como uma memória de cache adicional. Ainda é um tipo de cache raro devido a complexidade dos processadores atuais, com suas áreas chegando a milhões de transistores por micrometros ou nanômetros de área. Ela será muito útil, é possível a necessidade futura de níveis ainda mais elevados de cache, como L4 e assim por diante.






Slot - Clock - Firewall

Slot

    Slot é um termo em inglês para designar ranhura, fenda, conector, encaixe ou espaço. Sua função é ligar os periféricos ao barramento e suas velocidades são correspondentes as do seus respectivos barramentos. Nas placas-mãe e Placas- Avós também são encontrados vários slots para o encaixe de placas (vídeo, som, modem e rede por exemplo).

Slot 1 refere-se a uma especificação física e elétrica para o conector usado por alguns microprocessadores  da Intel, incluindo o Celeron ,Pentium ll e Pentium lll. Foram implementadas configurações para processador único e dual.



    O Slot 1 foi uma derivação dos soquetes quadrados ZIF PGA/SPGA usados nos processadores Pentium e anteriores. Em vez disso, o processador é montado num Single Edge Contact Cartridge (SECC), semelhante a um Slot PCI,  mas com um conector de 242 pinos.
    As especificações do Slot 1 permitem frequências maiores de barramento do que as do Soquete 7. Placas-mãe de Slot 1 usam o protocolo de barramento GTL+.
    Alguns processadores Pentium-II de 350MHz e 450MHz, e todos os Pentium-III de Slot 1, são da variedade aperfeiçoada SECC2.
    Deve ser notado que embora os clipes de retenção do SECC2 podem prender um módulo SECC, os clipes SECC não farão o mesmo com um módulo SECC2. O slot A padrão usado pela AMD era mecanicamente idêntico, mas eletricamente incompatível.




Clock

    Em eletrônica  e especialmente em circuitos digitais síncronos , o clock é um sinal usado para coordenar as ações de dois ou mais circuitos eletrônicos. Um sinal de clock oscila entre os estados alto e baixo, normalmente usando um duty cycle de 50%, e gerando uma onda quadrada . Circuitos que usam o sinal de clock para sincronização podem se tornar ativos no ápice, na queda ou em ambos os momentos do sinal de clock (por exemplo, umaDDR SDRAM).



    Maioria dos circuitos integrados (ICs) é de complexidade suficiente para utilizar um sinal de Clock, a fim de sincronizar as diferentes partes do circuito, de ciclo a uma taxa inferior do que as de pior caso atrasos de propagação interna. Em alguns casos, mais do que um ciclo de Clock é necessário para executar uma ação previsível. Como CIs-se mais complexo, o problema de fornecer Clocks precisos e sincronizados para todos os circuitos torna-se cada vez mais difícil. O exemplo mais proeminente das tais fichas de complexos é o microprocessador, o componente central de computadores modernos, que se baseia em um relógio a partir de um oscilador de cristal. As únicas exceções são os circuitos assíncronos, tais como CPUs assíncronas.
    Um sinal de Clock também pode ser fechado, ou seja, combinado com um sinal de controlo, que ativa ou desativa o sinal de relógio para uma determinada parte de um circuito. Esta técnica é frequentemente usada para economizar energia efetivamente desligar partes de um circuito digital, quando não estão em uso, mas tem um custo de maior complexidade na análise de timing.

    A maioria dos circuitos síncronos modernos usam apenas um "Clock monofásico"- em outras palavras, eles transmitem todos os sinais de Clock em (efetivamente) 1 fio.

Firewall 
    Uma firewall (em português: parede de fogo) é um dispositivo de uma rede de computadores que tem por objetivo aplicar uma política de segurança a um determinado ponto da rede. O firewall pode ser do tipo filtro de pacotes, proxy de aplicações, etc. Os firewalls são geralmente associados a redes TCM/lP
Este dispositivo de segurança existe na forma de software e de hadware, a combinação de ambos é chamado tecnicamente de "appliance" . A complexidade de instalação depende do tamanho da rede, da política de segurança, da quantidade de regras que controlam o fluxo de entrada e saída de informações e do grau de segurança desejado.


    Os sistemas firewall nasceram no final dos anos 80, fruto da necessidade de criar restrição de acesso entre as redes existentes, com políticas de segurança no conjunto de protocolos TCP/lP. Nesta época a expansão das redes acadêmicas e militares, que culminou com a formação da ARPANET e, posteriormente, a Internet e a popularização dos primeiros computadores tornando-se alvos fáceis para a incipiente comunidade hacker.
    Casos de invasões de redes e fraudes em sistemas de telefonia começaram a surgir, e foram retratados no filme Jogos de Guerra ("War Games"), de 1983. Em 1988, administradores de rede identificaram o que se tornou a primeira grande infestação de vírus de computador e que ficou conhecido como Internet Worm. Em menos de 24 horas, o Worm escrito por Robert T.Morris Jr disseminou-se por todos os sistemas da então existente Internet (formado exclusivamente por redes governamentais e de ensino), provocando um verdadeiro "apagão" na rede.

    O termo em inglês firewall faz alusão comparativa da função que este desempenha para evitar o alastramento de acessos nocivos dentro de uma rede de computadores a uma parede antichamas, que evita o alastramento de incêndios pelos cômodos de uma edificação.


sábado, 14 de março de 2015

Nobreak

O que é nobreak


    O nobreak é um aparelho que filtra a energia elétrica que chega aos equipamentos, fornecendo energia de qualidade e impedindo interrupções não programadas no fornecimento de eletricidade, como ocorre em caso de blecautes.
Uma tradução literal do inglês para nobreak seria “sem pausa”.
    É conhecido por este nome apenas no Brasil, em qualquer outro país este equipamento é chamado de UPS (Uninterruptible Power Supply).
    Os nobreaks são medidos por números que representam sua potência, em VA (voltampere). Isto indica quanta energia a bateria pode produzir quando não houver luz, o que está diretamente associado ao tempo que ele é capaz de manter o equipamento ligado

Para que serve o nobreak?  


O UPS, ou nobreak, possui duas funções básicas:


1 – Backup de energia

    O nobreak funciona como uma reserva de energia em caso de necessidades. Ele propor ciona um tempo de autonomia para que tarefas sejam concluídas ou que ações sejam tomadas caso o tempo de interrupção de energia elétrica da concessionária seja maior do que o período suportado pela bateria do nobreak.

2 – Proteção de energia

   Outra função do nobreak, não menos importante, é “limpar” a energia fornecida pelas concessionárias, para que a eletricidade que alimenta os equipamentos seja de qualidade, evitando perda de dados e danos a qualquer equipamento que esteja ligado a ele.
 São usados em equipamentos cujo a queima pode causar a perde de dados importantes, ou ate queimar parcialmente ou por inteiro a maquina utilizada.


Como funciona o nobreak e quais são os tipos ?

 Nobreaks standby ou off-line

     permitem que os equipamentos desliguem a energia da rede até que o nobreak detecte um problema. o nobreak passa a fornecer energia para os equipamentos conectados a ele através de sua bateria, para protegê-los contra quedas bruscas, surtos ou falta de energia.

 

Nobreaks linha interativa

    regulam a tensão, aumentando ou diminuindo a energia da rede conforme necessário, antes de repassá-la para os equipamentos protegidos ou alimentar a bateria do nobreak

 

 Nobreaks online dupla conversão

   O equipamento é sempre alimentado pela bateria, que é recarregada constantemente. Desta maneira, a energia elétrica que chega aos equipamentos será totalmente filtrada contra os principais problemas da rede elétrica, pois a energia que alimenta os equipamentos vem da bateria do nobreak, não diretamente da tomada.  

 
Qual a diferença de um NOBREAK de um ESTABILIZADOR ?

Estabilizador:  Este equipamento faz uma proteção mais completa e eficiente que o filtro de linha. Ele é o responsável por manter a tensão da saída normalizada, transformando altas e baixas tensões em tensões constantes, funcionando como uma espécie de funil.

    O estabilizador procura manter uma tensão constante e estável, ou seja, se na rede elétrica houver picos ou ocorrer um aumento ou queda de tensão, o equipamento entra em cena e compensa essa diferença. Ele também possui varístores e fusíveis. Seu funcionamento é simples, porém muito útil.


 Nobreak: O no-break é o melhor sistema de proteção e o mais completo de todos.
     Sua diferença crucial em relação ao estabilizador é que além de estabilizar a tensão, na falta de energia, ele continua alimentando o seu micro por um determinado tempo para que você possa utilizar mais um pouquinho o PC, salvar tudo e desligá-lo em segurança.



Por que ter um nobreak?
   Tempestades, como estas que ocorrem no verão, geram uma enorme variação de energia, devido às descargas elétricas de raios nas áreas próximas. Estas variações podem levar a queima total ou parcial de equipamentos.
    É, também, muito comum ocorrerem variações de até 10%, para cima ou para baixo, na voltagem de redes elétricas, o que pode reduzir a vida útil dos aparelhos.

Qual nobreak comprar ?
     Na hora de comprar seu no-break, se tiver condições, opte por produtos com uma potência de 1Kva ou superior. Um no-break tem preço muito variado, os mais baratos custam a partir de 220 reais. As marcas recomendadas são APC e SMS.